O DrexA moeda digital do Banco Central muito, que está programada para entrar em vigor este ano, deve transformar o varejo, oferecendo crédito mais acessível, simplificação de desconto de recebíveis e maior flexibilidade nas opções de pagamento para os clientes. Pelo menos é isso que Fabio Araujo, coordenador da iniciativa DREX e consultor do banco e do Departamento de Sistemas de Pagamento (Deban) do Banco Central.
“Com mais concorrência e inovação, os varejistas poderão permitir seus próprios projetos de maneira mais simples e ter linhas de crédito ajustadas às suas necessidades”, disse ele à agência DCNews. Para os consumidores, a iniciativa trará novas possibilidades de instalar e financiar compras, o que tende a aumentar as vendas.
E este não é apenas o banco central que diz. O comércio virtual brasileiro deve ganhar R $ 234,91 bilhões em 2025, 15% a mais do que no ano passado, depois de ter avançado 10% em 2024 em comparação com 2023. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM), esse aumento deve ser puxado pelo lançamento do DREX e pela expansão das opções de pagamento digital.
Ainda na fase de teste, o DREX foi adiado do segundo tempo de 2024 a 2025 – sem uma data específica. Em abril deste ano, a segunda fase dos testes ainda não havia sido finalizada. Por último – o sucesso do PIX, a nova infraestrutura promete criar novos canais de financiamento, expandindo as possibilidades para diferentes setores da economia.
De acordo com o banco central, o objetivo da iniciativa não é substituir o dinheiro físico, mas expandir as possibilidades de digitalizar a economia e a inclusão financeira, permitindo que mais pessoas e empresas tenham acesso a serviços bancários modernos e eficientes.
A proposta, mesmo, é dar um passo além dos tradicionais Bitcoins e oferecer lastro sobre a origem e o destino do dinheiro, dando mais garantias nos distúrbios e incluindo bancos tradicionais no jogo de dinheiro virtual.
Embora ainda não seja possível medir todos os seus impactos, o especialista afirma que o DREX transformará a dinâmica do varejo e do sistema financeiro como um todo. O DREX funcionará como uma infraestrutura digital pública. Diferentemente das formas de pagamento tradicionais, a plataforma será baseada na tecnologia de registro distribuída (DLT), que permitirá a liquidação de serviços financeiros programamente.
Para usá -lo, o usuário precisará de um intermediário financeiro autorizado, como um banco ou fintech, que converterá o saldo da conta bancária em uma carteira digital DREX. Com essa estrutura, será possível fazer pagamentos, crédito de contrato e acessar serviços financeiros de maneira inovadora.
DC News Agency – Que benefícios vendem do DREX esperam?
Fabio Araujo – O DREX pode transformar o varejo, facilitando o acesso a crédito e financiamento para varejistas e consumidores. O sistema permitirá que seus próprios projetos sejam realizados mais acessíveis, além de simplificar o desconto dos recebíveis de vendas feitos com cartões de crédito ou outros meios de pagamento. No entanto, como os serviços serão oferecidos pelo mercado, ainda é difícil medir o impacto total nesse momento inicial de desenvolvimento.
DC News Agency – e o consumidor?
Fabio Araujo – Para os consumidores, o DREX permitirá linhas de crédito mais flexíveis, o que tende a estimular as vendas e fortalecer o setor. Além disso, o novo sistema promete mais concorrência e inovação, criando um ambiente favorável para os varejistas explorarem novas modalidades de pagamento e financiamento, como parcelas mais vantajosas e compras programadas.
Agência de notícias da DC – Como o DREX difere dos métodos de pagamento digital existentes, como o PIX? Quais lacunas ele pretende preencher?
Fabio Araujo – Diferentemente do PIX, cujo foco está na agilidade em transferências e pagamentos, o DREX foi projetado para lidar com contratos financeiros mais complexos, como financiamento, parcelas e investimentos. Oferece mais flexibilidade, interoperabilidade e programação, permitindo o desenvolvimento de soluções financeiras inovadoras, como linhas de crédito acessíveis para pequenas empresas e novas oportunidades de investimento para a população.
Agência de Notícias da DC – As transações DREX dependerão de bancos e empresas de pagamento? Como é o papel das bandeiras do cartão de crédito neste novo cenário?
Fabio Araujo – O Banco Central não agirá diretamente na prestação de serviços ao consumidor final. O DREX funcionará como uma infraestrutura aberta, disponível para bancos, fintechs, instituições de pagamento, bandeiras de cartão de crédito e novos agentes de mercado que serão regulamentados. Assim, essas empresas continuarão a desempenhar um papel essencial na mediação de transações e na oferta de soluções inovadoras no ecossistema DREX.
DC News Agency – Que impactos econômicos BC esperam com a adoção do DREX?
Fabio Araujo – O principal objetivo de Drex é aprofundar a inclusão financeira no Brasil. Com serviços mais acessíveis e diversos, espera -se que mais pessoas usem crédito, seguros e investimentos, aumentando a economia. Pix já demonstrou a capacidade de transformar o mercado financeiro brasileiro, levando mais de 70 milhões de pessoas a usar pagamentos digitais. Agora, o DREX pode ter um impacto semelhante, mas em um nível ainda mais amplo, abrindo novas oportunidades para consumidores e empresas de todos os tamanhos.
DC News Agency – O DREX pode levar ao fim do dinheiro físico no Brasil?
Fabio Araujo – Não. O banco central não tem planos de extinguir o dinheiro em espécie. A diversidade geográfica e socioeconômica do Brasil torna o papel do dinheiro físico ainda muito relevante para várias populações, e essas demandas continuarão sendo atendidas.
DC News Agency – O usuário precisará autorizar transações no DREX?
Fabio Araujo – Sim, o consumidor precisará autorizar todas as transações. O processo será semelhante ao que já acontece com os pagamentos por meio de pedidos bancários. O usuário pode acessar o serviço através de um aplicativo ou outro canal digital, solicitando a operação desejada e validando a transação com segurança e transparência. A principal diferença é que o DREX permitirá novos serviços, atualmente inviáveis nas plataformas existentes.
Agência de Notícias da DC – Como o DREX contribuirá para a inclusão financeira dos desequilibrados?
Fabio Araujo – Pix já foi um grande avanço na inclusão financeira, trazendo milhões de brasileiros para o sistema de pagamento digital. Agora, o DREX dará um passo adiante, permitindo acesso a crédito, seguro e investimentos para um público ainda mais amplo. A infraestrutura DREX permitirá a redução dos custos operacionais, o que facilitará o desenvolvimento de produtos financeiros orientados a novos consumidores sem acesso aos serviços bancários tradicionais. Além disso, o ecossistema aberto da plataforma incentivará novos fintechs e instituições, aumentando a concorrência e expandindo a oferta de serviços finais.
Agência de Notícias da DC – Drex também será usado para garantir a segurança em contratos financeiros? Como?
Fabio Araujo – Uma das principais inovações do DREX é o mecanismo de pagamento contra o pagamento, o que reduz os riscos em ativos de alto valor, como imóveis e veículos. Isso significa que a verificação de documentos e propriedade de propriedade ocorrerá automaticamente, garantindo que a transferência de propriedade ocorra simultaneamente para o pagamento. O DREX ainda pode ser usado para qualquer boa propriedade representada digitalmente, expandindo a segurança e a eficiência de transações mais complexas.
DC News Agency – As informações incompatíveis sobre o PIX e as transações monitoram mais de US $ 5.000 de credibilidade do Impact Drex?
Fabio Araujo – Proteção de dados e privacidade do usuário são prioridades para o banco central. Tanto é assim que a primeira fase do driver DREX se concentrou precisamente em garantir a segurança e a confidencialidade das transações dentro da plataforma. O DREX está sendo desenvolvido com padrões rígidos de proteção, garantindo que o controle sobre os movimentos continue sendo de responsabilidade do usuário.
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