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Brasil será afetado com 10%

Por Redação Finance Times
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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou novas tarifas em um evento no Rose Garden da Casa Branca que começou às 17h GMT. A medida inclui a imposição de um Tarifa de 10% sobre produtos brasileirosAlinhando -se ao plano de Trump de proteger a economia dos EUA e colocar o país “em primeiro lugar”.

A Casa Branca está chamando o lançamento dessas tarifas “Make America Weal Again”. Essas taxas seguem as já anunciadas por Trump, que afetaram países como China, Canadá e México, além de setores específicos, como a aplicação de uma tarifa de 25% nas importações de carros.

Em seu discurso, Trump descreveu as tarifas como uma “declaração de independência econômica” para os Estados Unidos. Ele destacou a natureza recíproca das tarifas, dizendo: “recíproca. Isso significa que eles fazem isso conosco e fazemos com eles. Muito simples. Não pode ser mais simples que isso”.

O presidente dos EUA também anunciou que assinará uma “ordem executiva histórica” ​​para implementar essas novas tarifas, sinalizando uma mudança na abordagem dos Estados Unidos para as relações comerciais internacionais. “Este é um dos dias mais importantes, na minha opinião, na história dos Estados Unidos”, disse ele.

“Eu culpo os outros presidentes dos EUA por não terem colocado tarifas recíprocas. A era do ouro dos EUA começa agora”, disse ele.

Tarifa de 10% sobre produtos brasileiros

O presidente Donald Trump anunciou que, a partir de amanhã (3), os Estados Unidos começarão a implementar tarifas recíprocas para todos os países, com o objetivo de reforçar a competitividade econômica americana. A medida inclui a imposição de um Tarifa de 10% sobre produtos brasileirosAlinhando -se ao plano de Trump de proteger a economia dos EUA e colocar o país “em primeiro lugar”.

Tarifas para outros países

Trump também anunciou 30% de tarifas para importações da África do Sul, 46% para o Vietnã e 49% para o Camboja. O Reino Unido enfrentará uma taxa de 10%, enquanto a China verá 34%e a União Europeia será uma meta de 20%. Além disso, o Japão foi citado como um país que Trump considera difícil de negociar. “O Japão tem ótimas pessoas, mas as taxas para elas são de 24%”, disse ele.

Relacionamento com a China

Trump, referindo -se ao relacionamento com a China, mostrou respeito por Xi Jinping e pelo país, mas disse que a China estava aproveitando os Estados Unidos. O presidente também criticou a administração de Joe Biden, dizendo que o atual governo não fez nada sobre as práticas comerciais da China.

Segundo Trump, as tarifas não serão totalmente recíprocas, mas serão duras para alguns países, como parte de uma estratégia para proteger os interesses econômicos dos EUA e promover o comércio mais justo no cenário global.

Medo na fronteira com o México

Em seu caminhão carregado com a Toyota, os veículos Raúl Hernández se alinham ao amanhecer para atravessar a fronteira entre o México e os Estados Unidos, preocupados com as taxas que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciará.

Se Trump seguir seu plano de impor esses impostos aduaneiros e forçar as empresas a transferir sua produção para os Estados Unidos, muitos trabalhadores do México sofrerão, diz ele.

“Isso deixará muitas pessoas sem trabalhar aqui”, diz esse motorista de 37 anos da AFP, enquanto espera na fila para entrar no vizinho San Diego de Tijuana.

As fazendas operadas por empresas estrangeiras são vitais para a economia de cidades fronteiriças como Tijuana e seus milhares de trabalhadores, diz Hernández.

Muitos empregos dependem das exportações para os Estados Unidos. “Se as fábricas param por causa das tarifas, isso prejudica o México, prejudica os cidadãos mexicanos”.

Atrás dele, na linha de caminhões, Omar Zepeda também transporta os captadores Toyota Tacoma de uma fábrica perto da montadora japonesa.

Como Hernández, Zepeda está apreensivo com o impacto das tarifas.

“O trabalho cairá muito para nós, porque o produto será mais caro e haverá menos compras”, prevê esse motorista de 40 anos.

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