A ligeira queda de 0,1% na produção industrial nacional em fevereiro, antes de janeiro, foi devido a perdas em 14 das 25 agências pesquisadas no período. Os dados são da pesquisa industrial mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A principal influência negativa veio de produtos farmacêuticos e farmacêuticos (-12,3%), após um ganho acumulado de 7,1% nos dois meses anteriores de expansão. Outras contribuições negativas relevantes foram registradas em:
- Máquinas e equipamentos (-2,7%);
- Produtos de madeira (-8,6%);
- Produtos diversos (-5,9%);
- Veículos a motor, reboques e carroceria (-0,7%);
- Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,4%);
- Equipamento de computador, produtos eletrônicos e ópticos (-1,5%) e móveis (-2,1%).
Na direção oposta, entre os 11 avanços com os avanços, os maiores impactos positivos foram de indústrias extrativas (2,7%) e produtos alimentícios (1,7%).
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Comparação com fevereiro de 2024
De acordo com o IBGE, o adiantamento de 1,5% na indústria brasileira em fevereiro de 2025 em comparação com fevereiro de 2024 foi o resultado de uma expansão na produção de 15 das 25 agências investigadas. “Vale a pena mencionar que fevereiro de 2025 (20 dias) teve um dia útil mais do que no mesmo mês do ano anterior (19)”, disse o IBGE.
As principais influências positivas vieram de:
- Veículos a motor, reboques e corpos (13,3%);
- Máquinas e equipamentos (11,9%) e produtos químicos (5%).
- Metalurgia (3,7%);
- Produtos têxteis (11,7%);
- Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,8%);
- Manutenção, reparo e instalação de máquinas e equipamentos (10,2%);
- Produtos de metal (5,1%);
- Produtos de borracha e material plástico (3,9%);
- Móveis (11,6%);
- Outros equipamentos de transporte (9,4%);
- Fazendo artigos de roupas e acessórios (6,2%).
Na direção oposta, entre as dez atividades com redução na produção, os maiores impactos negativos foram derivados de petróleo e biocombustíveis (-4,3%) e indústrias extrativas (-3,2%). Houve perdas significativas também nas bebidas (-6,6%), em papel celulose, produtos de papel e papel (-5,4%) e produtos de madeira (-10,4%).
Difusão
A taxa de difusão, que mostra a proporção de produtos com avanço na produção no mesmo mês do ano anterior, passou de 58,2% em janeiro para 55% em fevereiro. “Este é o nono mês consecutivo em que a porcentagem está acima de 50%, ou seja, possui uma porcentagem maior de produtos com crescimento na produção. Mas menciono que diminui a porcentagem deste mês em comparação aos meses anteriores”, disse André Macedo, gerente de pesquisa da IBGE. A taxa de difusão de fevereiro de 2025 foi a mais leve desde junho de 2024, quando era de 52%.
A FIESP projeta o cenário de Decelera da atividade industrial
A Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) projeta que, para 2025, o cenário esperado é retardar a atividade industrial, como resultado, principalmente, da política monetária contracionista, em um ambiente marcado por condições financeiras já restritivas.
Além disso, de acordo com o FIESP, o ano também deve ser marcado por um ambiente externo mais adverso, especialmente devido à elevação da incerteza econômica nos EUA e à maior incerteza no comércio mundial.
Por outro lado, medidas do governo para estimular a demanda, como fundos do FGTS e empréstimos privados de folha de pagamento, constituem vetores seletivos para atividades até 2025, informou a Federação.
Nesse contexto, o FIESP mantém uma projeção de crescimento de 1,3% para a produção industrial até 2025, após 3,1% em 2024.
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