O Federal anunciou na quinta -feira (28) que publicará, nos próximos dias, um Nova instrução normativa que coloca fintechs sob as mesmas obrigações já exigidas pelos bancos e instituições financeiras tradicionais. A medida surge após as operações Carbono escondido, quasar e tanqueacionado nesta quinta -feira, que revelou o uso de empresas de tecnologia financeira, como canais de lavagem de dinheiro por organizações criminosas.
De acordo com a receita, o objetivo é regulatório próximo Explorado para o crime organizado mover e esconder recursos ilícitos. A norma terá apenas quatro artigosNa linguagem considerada “direta e didática” e trará três pontos principais:
- Torne explícito que o alvo é o Combatendo o crime organizado;
- determine isso Instituições de pagamento e acordos de pagamento presente e-financeobrigação já cumprida pelos bancos;
- adotar totalmente as definições do Lei do sistema de pagamento brasileiro (Lei 12.865/2013)reforçando que não se trata de criar novas regras, mas de aplicar a legislação atual.
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A iniciativa substitui um padrão publicado em 2024, mas revogado depois de ser o alvo de notícias falsas o que atribuiu falsamente a tributação aos meios de pagamento digital. Desta vez, a receita diz que apostas em comunicação clara para evitar distorções e resistência.
A agência também enfatizou que a mudança busca regulamentação de todos os agentes no setor financeiroEm meio à proliferação de novas empresas que oferecem serviços sem o mesmo rigor de conformidade que as instituições tradicionais.
Operação carbono oculto
Como foi a operação?
A fraude no setor de combustível, que desencadeou a operação escondida carbono na manhã de quinta -feira e pretende 42 alvos na Avenida Faria Lima, moveu US $ 52 bilhões entre 2020 e 2024, de acordo com o IRS. O esquema envolveu formuladores, distribuidores e mais de 1.000 postos de gasolina em dez estados (SP, BA, GO, PR, RS, MG, MA, PI, RJ e TO). De acordo com o Legal Fuel Institute (ICL), as lojas de conveniência, os postos e até as padarias participaram de operações ilícitas.
A operação se mobilizou em São Paulo 1.400 agentes da Polícia Federal e da Polícia Militar, bem como promotores de Gaeco e receitas federais e estaduais, que cumpriram mandados de busca, apreensão e prisão nos Estados Unidos.
De acordo com MPSPA ação busca desmantelar um esquema de fraude bilionário no setor de combustível, parte dele controlado pelo Primeiro Comando de Capital (CCP). A facção associou -se a outras organizações criminosas para se inserir em cadeias econômicas formais, incluindo o setor financeiro, usando distribuidores, postagens, operadoras e fintechs.
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