A medida provisória que implementará o regime nacional de data centers (Redata), cortando impostos para importar equipamentos do setor, deve ser apresentada em setembro, de acordo com os sinais dados pelo governo federal ao setor.
A medida é amplamente esperada e poderá desbloquear investimentos bilionários, os principais empreendedores da indústria, que participaram hoje, dos data centers do evento TS, AI & Cloud Summit, mantidos pelo portal de síntese de tele -tel, em Santana do Parnaíba, Grande São Paulo, onde é o pólo nacional do setor.
“A expectativa é que não seja aprovada em setembro. O deputado está na agenda das prioridades”, disse o presidente da Associação Brasileira de Dados Centers (ABDC), Renan Lima Alves, em entrevista à Transmissão (Sistema de notícias real do grupo de estados), citando promessa que ouviu do Ministério das Finanças.
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“Uma grande expectativa foi criada desde que o anúncio da redação foi feito em Palo Alto”, acrescentou, referindo -se à reunião de maio entre as autoridades do governo brasileiro, chefiado pelo ministro Fernando Haddad e aos empresários do vale do Silício nos Estados Unidos. Na época, o programa de incentivo foi apresentado.
A redação zerará os impostos federais (PIs, Cofins, IPI e Tarifa de Importação) no equipamento de informática importado e usado na operação dos data centers. Como resultado, a carga tributária do setor cairá de 52% para 18%. O programa não cobre impostos estaduais, como ICMs, nenhum imposto municipal relacionado à construção de terras e edifícios.
Os cortes federais de impostos reduzirão significativamente o custo do equipamento, que representará os espessos espessos com a implementação de um data center. O diretor de tecnologia e líder de estratégia da Ascenty, Marcos Siqueira, exemplificou que a construção de um data center de 100 megawatt exige US $ 1 bilhão, enquanto o equipamento exige outros US $ 7 bilhões a US $ 8 bilhões. Na sua opinião, o programa poderá desbloquear investimentos no setor.
“A redação abrirá o apetite de toda a cadeia de infraestrutura, gerando mais investimentos em redes de eletricidade, internet e construção”, disse Siqueira.
O presidente do teto, José Miguel Vilela, disse que o Brasil tem “a faca e o queijo não” para se tornar um grande pólo de data centers, uma vez que possui energia limpa e renovável, muitos apoio à terra e do setor público disponíveis. “Existem alguns detalhes a serem superados. Um deles é a desvantagem fiscal”, disse ele. “Hoje, a tarifa de importação é ridiculamente alta, praticamente nos tira do mercado”.
O Presidente da Associação de Empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação e Tecnologias Digitais (Brasscom), Affonso Nina, também confirmou para Transmissão A previsão do governo de que o escritor será lançado em setembro. Apesar do corte de impostos, a medida terá um efeito positivo na coleta pública, ao mover outros segmentos.
“A isenção de imposto sobre a importação será compensada, mas o país ainda terá uma coleção com construção, com outros componentes não apoiados e com consumo de energia”, disse Nina, observando que os data centers devem operar por décadas.
O presidente da ELEA, Alessandro Lombardi, disse que após o anúncio do programa brasileiro em Palo Alto, em maio, “todo o mercado americano está contando com ele”. “Os ajustes fiscais ajudarão a liberar o setor para sempre. Não tenho dúvidas de que o Brasil será o mercado de dados do futuro”, enfatizou Lombardi.
O presidente da Omnia, Rodrigo Abreu, disse que o escritor abrirá o caminho para, no futuro, o Brasil equilibra seu equilíbrio comercial no segmento, que hoje tem um déficit anual de US $ 7 bilhões. Isso ocorre porque o país não pode fornecer totalmente a demanda interna de armazenamento e processamento de dados. Mais da metade da carga digital do Brasil é feita lá fora, especialmente nos Estados Unidos. “Consumimos data center na Virgínia. Não teríamos que ser assim. Uma das razões é a questão fiscal”, disse Abreu.
Trabalho
O presidente da Equinix, Victor Arnaud, disse que a questão do tempo é importante para os investimentos no setor se concretizarem. “Há uma carga de trabalho esperando a redação, o que é normal. Mas se considerarmos tudo o que pode ser feito, o Brasil pode ser um dos grandes centros de data centers globais”, disse ele. Na sua opinião, o país deve começar a trabalhar para resolver outro pescoço esperado para o futuro, que é a oferta de trabalho qualificado.
O Brasil entrou um pouco atrasado no radar de investidores de data centers, mas esse cenário vem mudando com a crescente digitalização da economia local e a demanda por infraestrutura. Os investimentos na construção de data centers aqui devem se mover cerca de US $ 400 milhões até 2025 e US $ 1,5 bilhão em 2026, de acordo com a JLL Consultoria. Com isso, o parque instalado crescerá 40% nos próximos dois anos, atingindo cerca de 700 megawatts.
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